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TEMPERO DE QUILOMBO NA ESCOLA
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"A obra “O tempero de quilombo na escola: experiências de extensão do projeto CulinAfro (UFRJ)”, revela como o percurso metodológico da etnografia educacional do trabalho de tese de Rute Costa, uma das organizadoras do livro, mergulhou no campo da pesquisa em Educação em Saúde e a partir dos saberes que emergiram do campo e  a extensão surgiu em um momento pós Tese. 

 

O livro é um passeio acadêmico decolonial sobre as formas de existir em um quilombo situado na região litorânea do Rio de Janeiro, o quilombo de Machadinha, é a narrativa viva educacional a que a obra sistematizou dando brilho às referências nacionais e aos sujeitos e atores produtores desses saberes.  Assim, o livro também poderia ser definido como o percurso de uma Ciência Cidadã, que possui a intensa parceria de vínculo humano com os sujeitos autores quilombolas, que escrevem a partir do seu chão/território de vida, também de sua cozinha, da casa inteira, do quintal comunitário, da escola e das suas diferentes relações com a educação, com a vida, com a saúde e também com a comida.

 

" Daniela S Frozi (Trecho do prefácio do livro que você pode acessar aqui.)

Boa leitura para quem deseja realizar práticas de educação em segurança alimentar e nutricional junto aos quilombos no contexto brasileiro!

 

Guia Alimentar da População Brasileira

 

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Guia Alimentar da População Brasileira

 

 

Documento elaborado por cientistas brasileiros que diante de  evidências em saúde, buscaram apresentar orientações para estruturar políticas públicas de Segurança Alimentar e Nutricional, além de atender as diretrizes do Ministério da Saúde para orientar as práticas profissionais ligadas ao campo da Nutrição e da Saúde do Brasil. 

 

Guias Alimentares são comuns no mundo inteiro,  de acordo com a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura, a FAO, existem mais de  100 países que possuem publicados e consolidados as guias alimentares que cumprem o papel orientador e não prescritivo para sua população e que estejam baseados na cultura alimentar e nos hábitos alimentares de cada país.

 Colocamos aqui para vocês a última edição do Guia Alimentar para a População Brasileira, publicada em 2014 pelo Ministério da Saúde, em parceria com o Nupens da USP e com o apoio da Organização Pan Americana da Saúde (Opas/Brasil).

  

Ainda o nosso guia teve a colaboração direta do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e de muitos conselhos estaduais e municipais, assim como de ampla participação social vinda de consulta pública que reuniu colaborações de grupos de pesquisa de todo o país.  Baixe aqui seu Guia da População Brasileira.

 

 

Alimentos Regionais Brasileiros

Alimentos Regionais Brasileiros

 

O Instituto Djanira tem como um dos seus objetivos de existência a criação de espaços de ensino sobre Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional. Nesse sentido, acreditamos que popularizar materiais que nos aproximem de uma alimentação saudável e sustentável é um caminho importante para mudanças alimentares individuais e coletivas. Surge então a série #Djaniraindica onde compartilhamos livros, cartilhas e demais conteúdos que ampliem nossas aprendizagens sobre temas ligados à uma alimentação socialmente justa e ambientalmente sustentável.


Reconhecemos que a biodiversidade alimentar brasileira é uma chave importante de conexão entre pessoas e o ambiente na construção de vínculos que promovam a saúde humana e ambiental. Uma alimentação boa para as pessoas e o planeta passa pelo conhecimento da biodiversidade que nos cerca e, no caso do nosso país, é rica e abundante. Hoje, compartilhamos com vocês uma publicação de livre acesso, elaborada pelo Ministério da Saúde que merece ampla divulgação. “Alimentos Regionais Brasileiros” é um livro que teve sua segunda edição lançada em 2015 com o intuito de valorizar a cultura alimentar brasileira e integrá-la a políticas de desenvolvimento rural, de segurança alimentar e nutricional.


Como muitos alimentos nutritivos que fizeram parte das refeições familiares brasileiras foram gradualmente sendo desvalorizadas e esquecidas - pela inserção histórico-cultural de alimentos e receitas estrangeiras, pela padronização nos processos de cultivo, de produção e do hábito de consumo de alguns alimentos socialmente mais estimados e comercialmente mais rentáveis, “melhorados na aparência” por meio da biotecnologia ou geneticamente através da transgenia -, a obra busca oferecer material para que receitas tradicionais regionais, que fizeram parte da memória afetiva e da herança cultural, sejam rememoradas e passem a integrar o patrimônio culinário do Brasil.


A publicação contribui para divulgar a variedade riquíssima de alimentos existentes nas regiões do país e orientar seus usos em preparações culinárias, promovendo assim o conhecimento das mais diversas espécies comestíveis de frutos, hortaliças, leguminosas, tubérculos, caules, raízes, sementes, cereais e ervas brasileiras. Não se trata apenas de herança cultural alimentar, a valorização dos alimentos regionais concerne também às decisões mais saudáveis para o produtor, o consumidor, para o cidadão brasileiro e ao meio ambiente.

 

É através da produção de alimentos tradicionais regionais que o pequeno produtor rural pode superar a marginalização social, porque a biodiversidade presente nos alimentos locais e regionais pode emancipá-los economicamente. A produção de alimentos tradicionais possibilita, ainda, a preservação dos ecossistemas (biogeocenose), a regeneração dos solos e o trabalho em família - particularmente o das mulheres produtoras, já que são elas as principais mantenedoras dos saberes-fazeres alimentares locais que são legados às gerações mais novas.


A qualidade dos alimentos está profundamente relacionada ao local de produção. Se é um alimento nativo da região, o solo e o clima são propícios para que o alimento não necessite de aditivos químicos, seja saudável e saboroso; E é por isso que “Alimentos Regionais Brasileiros” representa uma importante referência bibliográfica para ser usada em práticas educativas inovadoras, pois é parte do fomento à saúde humana e à segurança alimentar e nutricional contribui como recurso didático para profissionais da saúde, da educação, da assistência social, entre outros que trabalhem para a consolidação do direito humano à alimentação adequada e saudável para a  população brasileira.


Você pode acessar o link aqui.  


Te convidamos a conhecer este material. Esses fazem parte da biodiversidade alimentar do Brasil.